Autor: Mario Osava

É correspondente da IPS desde 1978, e está à frente da editoria Brasil desde 1980. Cobriu eventos e processos em todas as partes do país e ultimamente tem se dedicado a acompanhando os efeitos de grandes projetos de segurança, infraestrutura que refletem opções de desenvolvimento e integração na América Latina.

Supremo garante vida indígena no Brasil, mas ameaças continuam

Decisão de 21 de setembro foi “histórica”. Servirá de precedente regulatório para os processos judiciais pendentes que envolvem 226 dos territórios indígenas questionados, segundo dados do próprio STF.

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STF e seu super-herói condenam golpistas no Brasil

O Ministério Público responsável pelas investigações denunciou 1.395 pessoas por participação na invasão dos Três Poderes no dia 8 de Janeiro. Eles estão divididos em quatro grupos: os executores, os financiadores, os autores intelectuais e as autoridades que se omitiram na contenção da violência.

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Militares se afastam da política no Brasil e buscam conter os danos

Forças Armadas conseguiram afastar-se do poder político formal e evitar, no processo de redemocratização, o julgamento e condenação de seus integrantes. Agora, isso não parece possível: é a condenação de alguns que poderá mitigar a desonra militar.

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Direito coletivo à terra e violência afetam quilombolas no Brasil

Apenas 12,6% do total de quilombolas residem nos 494 territórios legalizados como sua posse, enquanto o restante vive em insegurança territorial.

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Brics se torna mais geopolítico e oriental

O grave problema dos Brics é ter seus rumos ditados por disputas geopolíticas, em detrimento dos grandes desafios da humanidade, como a emergência climática, as guerras, as desigualdades sociais e a insegurança social. Os novos integrantes, além de muito petróleo e déficit democrático, obscurecem os critérios para sua eleição.

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A possível prisão de Bolsonaro e a desonra militar no Brasil

Os militares brasileiros deverão se retirar novamente da política, devido ao descrédito e à perda da confiança popular resultantes do desastre bolsonarista. Isso já aconteceu após a ditadura que lideraram de 1964 a 1985, cujo fim desonroso os levou ao ostracismo político por três décadas

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Cúpula da Amazônia mobiliza o poder florestal global

O evento, realizado na cidade brasileira de Belém do Pará, reuniu nos dias 8 e 9 de agosto quatro presidentes da bacia e representantes governamentais de outros oito países, com o objetivo de adotar medidas conjuntas para a preservação das florestas tropicais e solicitar apoio financeiro dos países ricos do Norte

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Violência genocida contra indígenas no Brasil cresceu com Bolsonaro

O Cimi registrou 795 assassinatos de indígenas em todo o país durante o governo Bolsonaro, contra 500 nos quatro anos anteriores (2015-2018). Esse aumento de 59% contrasta com os 34% do Mato Grosso do Sul, onde passaram de 109 para 146 nos mesmos períodos. O estado continua sendo um dos mais afetados por suicídios, homicídios culposos (que são acidentes), racismo e falta de assistência governamental.

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Mais casas do que o necessário e milhões de desabrigados no Brasil

Soma das casas vazias (11.397.889) e de uso ocasional (6.672.912) supera 18 milhões de unidades, enquanto se estima que faltem seis milhões de unidades habitacionais para acomodar a população sem-teto ou vivendo em condições precárias no país. Na imagem, o antigo Colúmbia Palace Hotel, no centro de São Paulo, ocupado e convertido em prédio residencial para 84 famílias, desde 2010 (Foto: Mario Osava/IPS)

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Arte indígena descoloniza galerias, teatro e literatura no Brasil

Presença indígena em galerias, bienais, feiras de livros, teatro e cinema no Brasil se multiplicou, em um amplo reconhecimento de que os povos indígenas também produzem arte e artistas. A imagem acima é obra plástica, sem título, de Ibã e Bane Huni Kuin, ambos do Movimento de Artistas Huni Kuin, exposta no Masp, entre 24 de março e 4 de junho. Foto: Eduardo Ortega/Masp

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