Brasil gera mais empregos formais do que o esperado em março

Brasil gera mais empregos formais do que o esperado em março

A economia brasileira criou 228.208 empregos formais em março, segundo dados divulgados na quarta-feira pelo Ministério do Trabalho, superando os 150.000 previstos por economistas em uma pesquisa da Reuters.

O número líquido representa 2.526.660 empregos abertos e 2.298.452 encerrados durante o período. A criação de empregos desacelerou em março em relação a fevereiro, quando atingiu seu nível mais alto desde fevereiro do ano passado. Nos primeiros três meses do ano, foram criados 613.373 empregos formais no Brasil, um declínio de 9,1% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Nos últimos 12 meses (mar/2025 a mar/2026), o total de postos gerados chega a 1.211.455. Desde 2023, início do governo Lula, já foram criadas mais de 5 milhões de vagas formais no país, de acordo com dados do governo

MERCOSUL-UNIÃO EUROPEIA

Diversos veículos da América Latina noticiaram apenas hoje a sanção do presidente Lula do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, após a aprovação do texto pelo Congresso brasileiro. A assinatura do decreto, realizada na terça-feira, representa um novo passo institucional para a implementação de um acordo considerado estratégico para ambos os blocos. (Ámbito)

SOLIDARIEDADE A CUBA

Um evento em São Paulo reuniu sindicatos, movimentos sociais e forças políticas para apoiar Cuba, denunciar o bloqueio que os Estados Unidos mantêm contra a ilha e promover ações concretas de solidariedade (foto). O evento, realizado na Casa de Portugal, foi organizado pelo Sindicato dos Professores do Ensino Público do Estado de São Paulo (Apeoesp) e reuniu representantes de diversos setores comprometidos com a defesa da soberania cubana. Durante o encontro, os participantes concordaram em denunciar o impacto do bloqueio econômico, comercial e financeiro de Washington sobre a vida cotidiana do povo cubano, ao mesmo tempo em que insistiram na necessidade de transformar a solidariedade em ações concretas e sustentadas. O secretário de Administração e Finanças da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Ariovaldo de Camargo, destacou a importância da solidariedade ativa e, após relatar experiências recentes em Cuba, afirmou ter constatado diretamente os efeitos do cerco econômico sobre a população.

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“Foi possível perceber o que significa o bloqueio econômico criminoso que os Estados Unidos impõem à população”, afirmou o dirigente, conforme citado em nota publicada no site da CUT. De Camargo defendeu a construção de iniciativas permanentes, propondo mecanismos como o envio de insumos e o chamado “turismo de solidariedade”. Por sua vez, a deputada estadual María Isabel de Azevedo Noronha criticou a política dos Estados Unidos e a relacionou com outras ações internacionais, denunciando ataques contra países como a Venezuela e o Irã e associando-os ao interesse de Donald Trump no petróleo. (Prensa Latina)

Na imagem no alto, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que divulgou os dados de emprego / Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil

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