Autor: Celio Turino
MULHERES DA MOOCA (ou, A greve de 1917)
Por Célio Turino. Greve Geral de 1917 em São Paulo: tecelãs da Mooca lideram paralisações contra jornadas exaustivas, baixos salários e repressão. Mulheres operárias impulsionam a luta que parou a cidade e marcou a história do trabalho.
Leia maisFolia de Reis: memória viva que caminha
Se Belém fosse hoje, meus irmãos, talvez estivesse sob escombros. Talvez Maria batesse de porta em porta em Gaza e José procurasse refúgio nas ruínas. Talvez os Reis viessem a pé, desviando de cercas e minas. Talvez o Menino nascesse no deserto, entre barracas de lona. POR CÉLIO TURINO Como quem ajeita um véu antes
Leia maisLuta de Classes
Versos que dialogam com Paulo Leminski sobre as armas da transformação: pedras, noite e poemas só ganham força quando acompanhados de mãos dadas e vozes em coro
Leia maisA mercadoria
O abolicionismo, não o ato da Abolição assinado por uma princesa, mas a luta popular, anônima e corajosa, foi o primeiro grande movimento social brasileiro.
Leia maisPassarinho
Escrevo essa crônica sob o impacto do fato.
Leia maisNão é PEC da Blindagem. É PEC da Bandidagem!
Crimes é o que pretendem acobertar. A partir dessa PEC, deputados, senadores e presidentes de partidos políticos só poderão ser processados criminalmente após autorização prévia do Congresso. Sem a autorização deles mesmos, tranca-se o processo até a prescrição, garantida via sucessivas reeleições. Entre o mármore, cortinas e carpetes, a Câmara dos Deputados do Brasil é
Leia maisViva o Brasil soberano, democrático e popular!
Em poema dedicado ao 7 de setembro, Célio Turino denuncia “vendilhões da pátria” que erguem bandeira estrangeira no dia da Independência e defende Brasil soberano contra entreguismo
Leia maisEmergência Cultura: por uma Revolução Sementeira
POR CÉLIO TURINO É tempo de levantar, de cantar, de sonhar com os pés no chão. O mundo desaba sob as lógicas do extrativismo, da ganância, do medo e da indiferença. Mas é justamente na fresta, na beira, no canto e na roda, no pé ante o abismo do colapso, que nasce o novo. E
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