Autor: Luiz Marques
A aventura da democracia
Sociedades mudam quando a disputa por voz coletiva encontra estruturas resistentes ao tempo. Entre pressões populares e interesses consolidados, surge o desafio permanente de equilibrar poder, participação e futuro comum.
Leia maisO poder e a liberdade
Análise da tripartição de poderes de Montesquieu revela como corrupção política e concentração de poder ameaçam democracias contemporâneas. Proposta defende socialismo participativo contra neoliberalismo predatório.
Leia maisDesenhando a desordem
“Desenhando a desordem: experiências e disrupções na cidade”, é um livro sobre a captura das cidades pelo mercado imobiliário.
Leia maisImaginação revolucionária
A imaginação exerce função importante, não demiúrgica, na luta política.
Leia maisVale Tudo: O remake neoliberal
Na euforia, a Rede Globo enche os bolsos com 64% de audiência devidamente monetizada, o que não acontecia há muitos carnavais.
Leia maisMaquiavel e as Forças Armadas
Análise sobre a formação cívica das Forças Armadas brasileiras à luz da filosofia política de Maquiavel, relacionando educação militar republicana, golpismo e os eventos antidemocráticos de 2022-2023 no Brasil.
Leia maisChe Guevara, hoje
Ideais guevaristas não se confundem com métodos de luta, reatualizam-se na resiliência de guerreiros aos aplicativos tecnofeudais, sindicatos e movimentos sociais; com militância avessa ao patriarcado (sexismo) e à herança colonialista (racismo) POR LUIZ MARQUES 1. Ernesto Guevara de la Serna nasce em 14/06/1928 em Rosário, na Argentina; morre em 9/10/1967, em La Higuera, na
Leia maisO civismo e as utopias públicas
A primavera proclamada no domingo épico pela Frente Popular Brasil e o Brasil Sem Medo, junto a ícones da cultura, acena a conjuntura favorável em nome da democracia e da soberania nacional.
Leia maisA primavera e a Jenny dos piratas
Por Luiz Marques. Como epifania que ilumina consciência coletiva, momento reconstitui afeto da nacionalidade dissipado pela globalização neoliberal
Leia maisO fantasma da inutilidade
Sociólogo Richard Sennett identifica o “fantasma da inutilidade” que ronda sociedades neoliberais, onde automação, precarização e financeirização destroem vínculos sociais tradicionais, criando “novo normal” de insegurança laboral
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