Autor: Luiz Marques
O civismo e as utopias públicas
A primavera proclamada no domingo épico pela Frente Popular Brasil e o Brasil Sem Medo, junto a ícones da cultura, acena a conjuntura favorável em nome da democracia e da soberania nacional.
Leia maisA primavera e a Jenny dos piratas
Por Luiz Marques. Como epifania que ilumina consciência coletiva, momento reconstitui afeto da nacionalidade dissipado pela globalização neoliberal
Leia maisO fantasma da inutilidade
Sociólogo Richard Sennett identifica o “fantasma da inutilidade” que ronda sociedades neoliberais, onde automação, precarização e financeirização destroem vínculos sociais tradicionais, criando “novo normal” de insegurança laboral
Leia maisAnistia – o guizo no tempo
Fica então estabelecido: pedra é pedra e anistia não é cobertor para covardes.
Leia maisPolítica – o real e o possível
Análise da correlação de forças após o 8 de janeiro revela que os verdadeiros articuladores do golpe — capital financeiro e Big Techs — permanecem intocados, enquanto projeto antinacional avança
Leia maisBig Techs e a soberania nacional
O avanço das grandes empresas de tecnologia ameaça a soberania nacional e exige regulamentação das redes sociais para proteger a democracia e os valores civilizatórios
Leia maisO teatro do fascismo
A leitura de Karl Polanyi sobre o fascismo continua atual: o autor alerta que o espetáculo autoritário avança com apoio do mercado, desmancha instituições democráticas e sequestra a soberania nacional. A reflexão de Luiz Marques projeta esse alerta no cenário global contemporâneo
Leia maisA vassalagem antipatriótica
A adesão ao tarifaço de Donald Trump teve efeito reverso. Deu visibilidade ao presidente Lula.
Leia maisA face tecnofeudal do capital
Ex-ministro grego Yanis Varoufakis argumenta que o capitalismo tradicional está sendo superado pelo tecnofeudalismo, onde Big Techs criam feudos digitais que extraem renda através de aplicativos e dados pessoais, transformando mercados em plataformas monopolizadas
Leia maisVoltaire e a gralha dos ‘States’
Para Voltaire, civilização significa desenvolvimento científico, da moral e das leis, do comércio e da indústria; os obstáculos estão nas religiões e guerras.
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